Uma das minhas primeiras experiências nesse mundo gay foi o banheirão. Seja querendo ou não querendo, todo mundo já passou por aquele momento em que algum outro macho fica te secando em pleno banheiro masculino, alisando aquela vara, morrendo de vontade de foder sua boquinha.
O que temos que entender aqui é que QUALQUER banheiro pode virar um banheirão. Sem dúvidas alguma em Uberlândia temos lugares mais badalados, mas qualquer banheiro pode vir a ser um local para qualquer macho aparecer, querendo se expor, punhetar, mamar, cunetar ou até mesmo comer/dar.
Meu primeiro banheirão aconteceu no Carrefour. Atualmente o local anda meio deserto, até porque os faxineiros estão vigiando bastante. Até demais, eu diria. Já vi faxineiro (um em particular, um velho) entrando no banheiro logo após um cara entrar e sair logo após o outro sair, como se realmente estivesse o vigiando - se o cara estava querendo brincar lá dentro é outra história, mas os faxineiros precisam dar menos na cara que estão de "olho" (pra não dizer que também estão com vontade!)
Naturalmente, um banheirão é feito de uma fila de homens dispostos a se exporem para qualquer um que queira ver e, acredite, todos querem ver. Alguns dão muito na cara o que está rolando, secando qualquer um que entra no banheiro, às vezes até mesmo o faxineiro. O banheirão do Carrefour era uma roleta de paus e todo mundo queria participar da brincadeira.
Explorei bastante o local antes de finalmente participar de uma festinha. Sempre quando eu entrava a maioria já parecia estar com os esquemas prontos (parece que eles estão querendo vender drogas, né?), inclusive todos os mictórios estavam ocupados, com calças quase abaixo do fim da bunda e cabines abertas com caras tentando olhar para fora, fazendo obviamente o que todos do mictório também estavam fazendo - se masturbando com vontade, olhando para aquele tanto de macho e cheios de vontade de acabar com um cuzinho.
Por um bom tempo, o banheirão se manteve como um lugar onde você encontrava qualquer tipo de gente, mas principalmente, da classe trabalhadora. Tinha gente que não tinha pudor e faziam ali mesmo - dentro da cabine, mas sem medo algum de serem pegos. Eu, inclusive, já até recebi convite para participar lá dentro. Recusei, é claro, obviamente não cabe mais de duas pessoas naquele espaço.
Minha primeira vez ocorreu sem querer, na verdade. Estava dentro do banheirão e estava de olho em um cara que parecia estar interessado também. Abri minhas calças e comecei a me punhetar. O cara apareceu por trás de mim e começou a alisar minha bunda - me senti completamente "abusado", mas convenhamos, mesmo nos fazendo de difícil, sabemos que no final vai rolar.
O que aconteceu em seguida foi bem interessante. De repente vários caras saíram das cabines, com os paus para fora, punhetando, enquanto dois outros caras que já estavam nos mictórios se viraram também. A maioria já estava com os esquemas preparados. A maioria olhava pra mim, afinal eu era a carne nova no pedaço e estava deixando outro cara passar a mão na minha bunda.... Mas não se espante, não foi dessa vez que rolou minha primeira orgia.
Eles continuaram o que estavam fazendo antes da minha chegada - dois já se agacharam e começaram a mamar três caras, enquanto um ficava só olhando. O meu "par", digamos assim, continuou a alisar minha bunda, chegando inclusive a invadir meu rabo com o dedo..... Lembro de ter sido a sensação mais irritante da minha vida, afinal eu ainda estava com roupas. Sem demoras o cara abaixou minhas calças e continuou a abusar da minha bunda (virgem, na época), batendo nela, mas, principalmente, penetrando-a com os dedos.
Eu estava com muito tesão, mas claramente estava incomodado. Havia muita coisa acontecendo, tudo ao mesmo tempo. Abri uma cabine e chamei o moço. Ele abaixou toda a calça e me colocou de joelhos no chão. Mamei lá mesmo.
O cara não era muito velho, diria que tinha por volta de 30 anos, tinha um cabelo castanho escuro e usava óculos. Pelas roupas, trabalhava em uma loja de material elétrico. A aparência foi visualmente agradável, mas o pau dele deixava a desejar. Não diria que o pau era pequeno, mas que eu estava com esperanças de que, juntamente com a cara, o mastro seria impactante também.
Foi provavelmente o momento mais submisso que já vivi, tirando uma ou duas orgias das quais já participei. Desde o começo, ele mostrava que estava com o poder e queria me comer. Ele, inclusive, perguntou se eu já tinha dado o rabo. Menti. Falei que era expert e que ele podia com certeza me foder, mas quando ele disse que não tinha camisinha, me desanimei. Acabei batendo uma pra ele e o deixei gozar na minha boca.
Ainda fico pensando no tanto de diversão que eu teria se tivesse continuado fora da cabine, com todos aqueles outros homens, basicamente fazendo o que estava fazendo dentro da cabine, só que com várias pessoas. O pensamento sempre aparece na minha cabeça quando estou em um banheirão - afinal, estamos em um ambiente onde todos precisam ser desinibidos e devemos também deixar a imaginação rolar solta.
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E quando foi a sua primeira orgia???
ResponderExcluirFoi em um dark room, que é o assunto da terceira postagem. Confere aí!
ExcluirDelicia mesmo .
Excluirmaduro46atv@yahoo.com